"Não preciso de seguro internacional, quase não viajo." Essa é uma das frases que mais ouvimos, e ela parte de um mal-entendido. A maior parte do uso do seguro saúde internacional acontece aqui mesmo, no Brasil.
O que "internacional" quer dizer
Ser internacional significa duas coisas: o seguro é contratado com uma seguradora sediada no exterior, e a cobertura vale também fora do Brasil, conforme a apólice. Não significa que ele só funciona em viagens.
Como é o uso no dia a dia, no Brasil
- Consultas: você vai ao médico que escolher, paga e envia o recibo ao concierge. O reembolso de uma consulta com especialista fica em torno de R$ 1.200 a R$ 1.300, conforme a seguradora, depois de atingida a franquia.
- Exames: no laboratório de sua preferência, com autorização da seguradora quando necessário.
- Hospitais: é possível ser atendido em hospitais de referência, como Einstein e Sírio-Libanês. Nos credenciados, basta a carteirinha.
- Concierge em português: cuida de autorizações e pedidos de reembolso para você.
Por que tanta gente usa só no Brasil
Porque o que atrai a maioria dos clientes não é a viagem, e sim a liberdade de escolha, o reembolso próximo do valor real e a previsibilidade de longo prazo, com renovação vitalícia. A cobertura no exterior é um bônus de segurança para quando for preciso.
E quando eu viajar?
A cobertura fora do Brasil depende da modalidade e da seguradora, e explicamos isso antes da contratação. Se você não tem seguro saúde internacional e só precisa de proteção numa viagem, o caminho é o seguro viagem, com cobertura médica de até US$ 5 milhões.